Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

As coisas que eu gosto! E as outras...

Este é o meu espaço, nele partilho as minhas fotos amadoras, as coisas que aprendi e vou aprendendo.

As coisas que eu gosto! E as outras...

Este é o meu espaço, nele partilho as minhas fotos amadoras, as coisas que aprendi e vou aprendendo.

17
Nov19

Por acaso conhece a Leirosa e a sua praia e gentes?

Miluem

 

Quando se fala em Leirosa muitos associam o nome ao cheiro pouco agradável, que chega à EN109.

 

 

A Leirosa fica antes da Praia da Costa de Lavos e da Gala em direcção à Figueira da Foz.

 

 

O cheiro é provocado pelo fumo que sai permanentemente das chaminés de uma fábrica de papel.

 

 

A fábrica trouxe trabalho para as gentes da Leirosa e arredores, mas mudou para sempre uma terra de pescadores, onde se continua a pescar da forma tradicional, a Arte Xávega.

 

 

De Verão é uma praia muito frequentada, tem um areal a perder de vista, mas eu gosto mais de fazer visitas quando há pouca gente.

 

 

A Leirosa (à semelhança da Praia da Vieira de Leiria, do Pedrogão, da Figueira da Foz e de outras pela Costa fora) foram a zona de entrada do Furacão Leslie a 13 de Outubro de 2018, as zonas do Pinhal do Rei e de pinhal quase até à Leirosa já tinham sido devastadas em outubro de 2017 por um incêndio monstruoso.

 

Vê-se que a destruição foi imensa, ainda há casas para reconstruir na frente de praia.

 

 

No dia em que lá fui, um grupo de jovens voluntários tinha andado a plantar novas árvores dentro da localidade.

 

 

Falei com uma senhora que me disse: (Texto de memória)

 

- A minha Terra era linda e alegre. A fábrica não era nem metade do que está agora. (da praia perto da Igreja vê-se a fabrica ao longe)


Quando veio o furacão pensei que morríamos todos, nunca vi nada assim na minha vida, nem as pessoas antigas tinham visto, todos pensámos ser o fim do mundo.

 

Se o mar não estivesse mais calmo do que está hoje, tínhamos morrido todos.

 

Ficou tudo destruído, o parque de merendas, tudo...

 

 

21
Out19

Barcelinhos - Caminho de Santiago

Miluem

IMG_20190928_145505_HDR.jpg

 

Para quem não conhece, Barcelinhos é do lado de cá da Ponte Medieval (erguida entre 1325 e 1328) e Barcelos do lado de lá.

IMG_20190928_151249_HDR.jpg

Passa por ali um Caminho de Santiago, dentro de Barcelinho ao longo do Rio Cávado e passa por baixo da ponte.

 

IMG_20190928_150755_HDR.jpg

IMG_20190928_150540_HDR.jpgIMG_20190928_150505_HDR.jpg

As florinhas nos muros.

IMG_20190928_150640_HDR.jpgIMG_20190928_150921_HDR.jpg

 

No edifício que é sede da Junta de Freguesia e também do Grupo Folclórico existe uma pousada exclusiva para Peregrinos de Santiago.

 

Encontrei peregrinos a caminhar e na pousada.

IMG_20190928_151223_HDR.jpg

IMG_20190928_151414_HDR.jpg

 

 

 

Guia do Caminho Português de Santiago

Etapas em Barcelos - Versão em português para descarregar

Fonte: www.cm-barcelos.pt

 

 

19
Out19

Museu da Guerra Colonial - Ribeirão, V.N.de Famalicão

Miluem

IMG_20190928_162715_HDR.jpg

 

 

No que eu considerei ser apenas um Parque Comercial e Industrial muito bem estruturado e limpo, mas que também me parecia já ter conhecido tempos mais movimentados (ou então a visita a um sábado ao fim da tarde também não ajudou), fui encontrar um Museu, aliás dois!

 

IMG_20190928_162905_HDR.jpg

IMG_20190928_162918_HDR.jpg

 

Encontrei o Museu da Guerra Colonial cuja existência desconhecia por completo.

 

Estava encerrado, mas tirei fotos à fachada e deixo aqui os contactos.

 

IMG_20190928_162733_HDR.jpg

 

Contactos

Centro Coordenador de Transportes, Sala 1
Rua Henriques Nogueira - 4760-038 Vila Nova de Famalicão

 

Espaço Museológico
Parque Lago Discount, Lote 35A - Rua Senhor dos Perdões - 4760-727 Ribeirão

Telefone: 252 322 848 / 252 376 323  -  Fax: 252 376 324
E-mail: museuguerracolonial@adfa.org.pt

Horário:
Terças, Quintas e Sábados: 14h30 - 18h00
1º Domingo da cada mês: 14h30 - 18h00
Grupos e Escolas: com marcação prévia

Ingresso: Entrada gratuita

Entidade Gestora: Associação do Museu da Guerra Colonial

 

IMG_20190928_163022_HDR.jpg

 

 

112.png

 

O outro Museu, fica na mesma rua, mas num pavilhão do outro lado.

 

É o Museu Automóvel, este é o link do Facebook com os contactos e horário de funcionamento:

https://m.facebook.com/museudoautomovelfamalicao/?ref=page_internal&mt_nav=0&locale2=pt_PT

 

15
Out19

São Simão de Litém - Igreja Paroquial

Miluem

IMG_20180506_152602.jpg

 

São Simão de Litém era uma Freguesia do Concelho de Pombal, Distrito de Leiria, até à reorganização/desorganização administrativa de 2013.

 

A partir dessa data foi anexada a 2 outras Freguesias vizinhas e foi criada a nova Freguesia denominada União das Freguesias de Santiago e São Simão de Litém e Albergaria dos Doze.

 

A sede da nova Freguesia é em Albergaria dos Doze.

13
Out19

Castelo de Leiria @ Lendas de Portugal - O Milagres das Rosas

Miluem

IMG_20191009_125001.jpg

 

O Milagres das Rosas

 


Era uma vez ... vivia o Rei D. Dinis com a Rainha Santa Isabel, no Castelo de Leiria.

 

A Rainha tinha mandado fazer a igreja de Nossa Senhora da Penha, lá no Castelo, onde moravam, na qual trabalhavam muitos alvanéis.

 

Santa Isabel, que era muito caridosa e dava muitas esmolas aos pobres, o que às vezes contrariava o Rei, que era bom administrador do reino e da sua fazenda, tanto mais que as esmolas da sua mulher eram grandes e repetitivas.

 

Um dia, levava a Rainha, numa abada do seu manto, grande quantidade de moedas para distribuir pelos mais pobres, quando lhe apareceu, de surpresa, seu marido e Rei, que conhecendo demasiado bem o espírito de bem-fazer da Rainha e calculando o que ela levava na aba do seu manto, lhe perguntou:


"Que levais aí, Senhora?"

 

Ao que a Rainha Santa lhe responde:


"Rosas, Senhor!"

 

E a Santa Rainha abrindo o manto em que levava as moedas destinadas aos pobres, deixo-as cair já transformadas em lindas rosas, frescas e viçosas.

 

O Rei seguiu seu caminho, sorrindo contente e a Rainha ficou mais contente ainda.

 

(in Anais do Município de Leiria, João Cabral)

 

10
Out19

Casa de Camilo

Miluem

IMG_20190928_140650_HDR.jpg

 

A estrada levou-me até São Miguel de Seide, uma Aldeia pertencente ao Concelho de Vila Nova de Famalicão, onde existe uma Quinta muito conhecida, a Casa de Camilo.

 

IMG_20191001_124228.jpg

IMG_20190928_141020_HDR.jpg

IMG_20190928_141037_HDR.jpg

 

Trata-se da Casa e Museu do Poeta e Escritor Camilo Castelo Branco, não passei dentro do horário de funcionamento, logo só tenho fotos do seu exterior. (http://www.camilocastelobranco.org)

 

IMG_20190928_140624_HDR.jpg

 

A Aldeia estava toda enfeitada de amarelo (as cores de Camilo, como se diz por lá) porque estava na altura das Festas de São Miguel Arcanjo.

 

IMG_20190928_140811_HDR.jpg

 

Disseram-me que o local onde se vêem as portadas de madeira e os bancos de pedra, no jardim junto à parede, era um dos preferidos de Camilo Castelo Branco para escrever quando se encontrava na Quinta e o tempo o permitia, não sei dizer se é realidade ou lenda.

 

IMG_20190928_141515_HDR.jpg

IMG_20190928_140324_HDR.jpg

IMG_20190928_140306_HDR.jpg

 

Fica aqui uma sugestão de visita para quem mora por aquelas bandas ou para quem por lá passe.

949CDBFB78704C258D4B88FCAA4EDEB4.pngMapa Google

 

156199.jpg

 

Foto: https://arquivos.rtp.pt

 

Este Amor Infinito e Imaculado


Querida, o teu viver era um letargo,
Nenhuma aspiração te atormentava;
Afeita já do jugo ao duro cargo,
Teu peito nem sequer desafogava.
Fui eu que te apontei um mundo largo
De novas sensações; teu peito ansiava
Ouvindo-me contar entre caricias,
Do livre e ardente amor tantas delicias!

 

Não te mentia, não. Sentiste-o, filha,
Esse amor infinito e imaculado,
Estrela maga que incessante brilha
Da alma pura ao casto amor sagrado;
Afecto nobre que jamais partilha
O coracão de vícios ulcerado.
Não sentes, nem recordas, já sequer?
Quem deste amor te despenhou, mulher ?

 

Eu não! Se muitos crimes me desluzem,
Se pôde transviar-me o seu encanto,
Ao menos uma só não me recusem,
Uma virtude só: amar-te tanto!
Embora injúrias contra mim se cruzem,
Cuspindo insultos neste amor tão santo,
Diz tu quem fui, quem sou, e se é verdade
O opróbrio aviltador da sociedade.

 

Camilo Castelo Branco, in 'Poema dedicado a Ana Plácido (1857)'

 

Foto: http://www.porto.pt

Camilo_Castelo_Branco.jpg

 

A maior dor humana


Que imensas agonias se formaram
Sob os olhos de Deus! Sinistra hora
Em que o homem surgiu! Que negra aurora,
Que amargas condições o escravizaram!

 

As mãos, que um filho amado amortalharam,
Erguidas buscam Deus. A Fé implora…
E o céu que respondeu? As mãos baixaram
Para abraçar a filha morta agora.

 

Depois, um pai que em trevas vai sonhando,
E apalpa as sombras deles onde os viu
Nascer, florir, morrer!... Desastre infando!

 

Ao teu abismo, pai, não vão confortos…
És coração que a dor empederniu,
Sepulcro vivo de dois filhos mortos.

 


Camilo Castelo Branco, Nas trevas. – Lisboa : Tavares Cardoso & Irmão, 1890.

(Na morte quase simultânea dos dois filhos únicos de Teófilo Braga)

Fonte: Município de Vila Real  - Grafia actualizada

 

08
Set19

Rio Lis, passeio à beira rio

Miluem

Nestas fotografias o Rio Lis está quase a chegar à Igreja e Convento de Santo Agostinho, onde está instalado o Museu.

 

A Igreja que se avista na 1a fotografia é Igreja de Nossa Senhora da Encarnação, padroeira da cidade de Leiria.

 

IMG_20190908_001220.jpg

IMG_20190908_001248.jpg

IMG_20190908_001148.jpg

 

21
Ago19

Rio Agadão @ Rios de Portugal

Miluem

 

Rio Agadão

 

 

O Rio Agadão nasce na Serra do Caramulo, segue em direção à Aldeia de Agadão e desagua no Rio Águeda perto de Castanheira do Vouga.

 

 

Serra do Caramulo

viseu-serra-caramulo-4-832x468.jpg

Foto do site do Turismo de Portugal: http://www.centerofportugal.com/pt/serra-do-caramulo/

 

 

Agadão

 

Agadão, pertence ao Concelho de Águeda e era Sede da Freguesia com o mesmo nome, mas com o reordenamento das Freguesias em 2013 foi agregada a outras.

 

Surgiu assim a União das Freguesias de Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Agadão.

 

Facebook da União das Freguesias de Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Agadão: https://pt-pt.facebook.com/pages/category/Government-Organization/Uni%C3%A3o-Das-Freguesias-De-Belazaima-Do-Ch%C3%A3o-Castanheira-Do-Vouga-E-Agad%C3%A3o-948793961931457/

 

Praia Fluvial:  http://aquapolis.com.pt/praia-fluvial-de-bolfiar-borralha-so-a-6-km-de-agueda/

 

 

Castanheira do Vouga

 

Foto: https://www.diocese-aveiro.pt/v2/?page_id=1326

 

 

Blog do Sapo que fala sobre Castanheira do Vouga:  https://castanheiradovouga.blogs.sapo.pt/1191.html

 

Screenshot_2019-08-21-20-35-22-896_com.google.andr

 

 

18
Ago19

Rio Abadia @ Rios de Portugal

Miluem
Rio Abadia
 
 
 


A nascente do Rio Abadia é perto da Vila da Batalha no Distrito de Leiria.


O seu curso segue depois para a aldeia de Alpedriz.


Em Valado dos Frades, a Sul da Nazaré une-se ao Rio Alcobaça.

 

 

 

 Alpedriz

Foto: site J. Freguesia
 
 

Antiga Freguesia hoje integrada na União das Freguesias de Cós, Alpedriz e Montes - Concelho de Alcobaça


Site da J.F. https://ufcam.pt/pt/turismo



Em Alpedriz existem nascentes de água e com elas foi criada uma Praia Fluvial e Parque de Merendas.


Site com imagens da praia e mapa:

https://faceroute.com/pt/poi/0edaf785-8573-47aa-91d1-07d90d93b09f

 

 

Valado dos Frades

 

800px-Valado_dos_Frades_Monumento_ao_Agricultor.jp

Foto: Wikipédia



Valado dos Frades pertence ao Concelho da Nazaré.


Link para o blog “Por Caminhos de Cister” que apresenta Valado dos Frades.


http://porcaminhosdecister.blogspot.com/2010/03/valado-dos-frades-monumentos-e-locais.html?m=1

16
Jul19

Sugestão - Visite a Marinha Grande

Miluem

Uma sugestão umas Férias no Centro de Portugal.

 

 

O Litoral Centro não tem só praias, tem muitos motivos de interesse (infelizmente o Pinhal do Rei já não é um deles ... )

 

Visite a Marinha Grande, a zona que mostro é mesmo no Centro da Marinha Grande (ao lado da Câmara Municipal), com estacionamento gratuito perto (ao longo do Parque da Cerca) de lá é fácil seguir em todas as direções. (Nazaré, Vieira de Leiria, Praia da Vieira, Praia do Pedrógão, Monte Real, Leiria, São Pedro de Moel, Maceira Lis, Batalha, Alcobaça, Fátima, Ourém, Porto de Mós, Autoestrada A17/A8 com ligação a A1 e A19, etc...)

 

Se gosta de andar de bicicleta, há uma ciclovia na Estrada Atlântica que vai desde a Praia do Osso da Baleia no Concelho de Pombal, até quase à Nazaré.

 

Há também uma ciclovia entre a Marinha Grande e a Praia de São Pedro de Moel.

 

Deixo links retirados do site da Câmara Municipal da Marinha Grande com mais informação e folhetos em pdf para "descarregar"

 

Deixo ainda o site do Turismo do Centro.

 

 

Tirei estas fotos na antiga Fábrica Escola Irmãos Stephens

 

IMG_20190630_141229_HDR.jpg

IMG_20190630_142417_HDR.jpg

Bibioteca Municipal  --> https://www.cm-mgrande.pt/pages/256

 

IMG_20190630_142728_HDR.jpg

 

IMG_20190630_142553_HDR.jpg

Museu do Vidro --> https://www.cm-mgrande.pt/pages/312

https://www.cm-mgrande.pt/pages/632

e

Casa da Cultura - Teatro Stephans

https://www.cm-mgrande.pt/cmmgrande/uploads/writer_file/document/233/TEATRO_STEPHENS_BOOK.pdf

 

 

IMG_20190630_142700_HDR.jpg

IMG_20190630_142715_HDR.jpg

Escola profissional e Artística da Marinha Grande --> http://www.epamg.pt/

IMG_20190630_142907_HDR.jpg

IMG_20190630_142800_HDR.jpg

 

IMG_20190630_142940_HDR.jpg

Arquivo Municipal --> https://www.cm-mgrande.pt/pages/257

(Ao fundo fica o Parque da Cerca com o seus patinhos fofos)

 

 

IMG_20190630_143052_HDR.jpg

As 2 fotos são das traseiras do edifício

IMG_20190630_143108_HDR.jpg

 

 

Site da Câmara da Marinha Grande:

 

 

 

Região de Turismo do Centro:

10
Jul19

Guilherme Stephens

Miluem

IMG_20190630_141416_HDR.jpg

IMG_20190710_220603.jpg

Guilherme Stephens

 

(Cornualha, 16 de Maio de 1731 — Lisboa, 11 de Maio de 1803) foi um industrial português.

 

 


Biografia

 

Veio para Portugal no tempo do Marquês de Pombal, fixando-se em Lisboa.

 

Pleno de iniciativa, começou por explorar nos arredores de Alcântara alguns fornos de cal, utilizando carvão de pedra que mandava vir de Inglaterra, livre de direitos.

 

Nos princípios de 1769 adquire a sua primeira fábrica, uma indústria de vidros que, até então, pertencia a John Beare, e que estava localizada na Marinha Grande.

 

Reinaugurada a 7 de Julho daquele ano, logo se começou a fazer sentir a sua forte actividade, aumentando as suas instalações, empregando mais operários e dotando-a com os mais aperfeiçoados maquinismos da época.

 

O Marquês de Pombal, reconhecendo o seu valor, protegeu-o como óptimo auxiliar na grande empresa de regeneração industrial do País, e concedeu-lhe um empréstimo de 32 contos de réis, sem juros nem limite temporal de pagamento, podendo fazer os pagamentos parciais em cal para obras públicos, a partir dos fornos que ainda possuía em Alcântara.

 

D. José I deu-lhe permissão para gastar a lenha do Pinhal de Leiria, que lhe fosse precisa para a fábrica, durante quinze anos, privilégio que se tornou depois permanente, segundo alvará de 7-VII-1769.

 

Em 1776 o rei declarava, numa nova provisão, que a fábrica ficava sob a imediata protecção do rei, como útil ao bem público, e ao dos pinhais.

 

Esta concessão baseava-se na ideia de que, sendo bem feito e conscienciosamente dirigido, o corte das lenhas, não prejudicava a floresta, antes pelo contrário, limpava os seus ramos secos, que eram os que se permitia cortar.

 

Para laborar na fábrica, Stephens mandou vir de Inglaterra mestres especializados na indústria do vidro, contratou cinco especialistas genoveses e admitiu um grande número de operários, a quem mandou ensinar essa arte.

 

Construiu espaçosas oficinas no estilo pombalino, transformando aquela que fora a pequena fábrica de John Beare, numa das primeiras fábricas de vidro da Europa do seu tempo, não esquecendo a cultura e os divertimentos para os seus operários, que tinham acesso a instrução primária, a lições de desenho e de música.

 

À sua iniciativa deve-se o facto de outros industriais de nacionalidade portuguesa correrem a estabelecer também outras fábricas na Marinha Grande que, de pequena povoação que era, se transformou numa das mais importantes cidades do distrito de Leiria.

 

Guilherme Stephens foi coadjuvado por seu irmão João Diogo Stephens, que lhe sucedeu na direcção da fábrica e que, em 1826, a legou ao Estado, em benefício da Marinha Grande em particular e do Reino, em geral.

 

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Guilherme_Stephens

 

11
Jun19

Roteiro da Judiaria de Leiria - Sé Catedral de Leiria

Miluem

A Diocese de Leiria foi criada a 22 de Maio de 1545.

 

Uma curiosidade da Sé de Leiria, é que a sua Torre Sineira, não fica na Igreja (como acontece na maior parte das Igrejas), mas 3 ruas acima  dela (é o edifífio embrulhado para presente) fazendo um arco para permitir a passagem para o Castelo de Leiria, Igreja de S. Pedro, PSP de Leiria, m|i|mo - museu da imagem em movimento , etc ...

 

IMG_20190515_093228_HDR.jpg

Vista geral da Sé

 

 

IMG_20190515_093425_HDR.jpg

Porta de entrada, lado de fora

 

 

IMG_20190515_092023_HDR.jpg

Altar de Nossa Senhora

 

 

IMG_20190515_093248_HDR.jpgIMG_20190515_092522_HDR.jpg

Pias de Água Benta e Baptismal

 

 

IMG_20190515_093107_HDR.jpg

Estação da Via Sacra

 

 

IMG_20190530_233139.jpg

Porta de entrada vista do lado de dentro

 

 

 

Notas: Os links do texto direcionam para visitas virtuais, mapa do Google, ou página com história do monumento.

 

02
Jun19

Roteiro da Judiaria de Leiria - Museu de Leiria

Miluem

Este é o terceiro e último poste sobre

o Museu de Leiria e as suas Exposições.

P_20190515_131450_SRES.jpg

P_20190515_131717_SRES.jpg

 

Sala de exposição permanente

P_20190515_131812_SRES.jpg

P_20190515_132505_SRES.jpg

P_20190515_132005_SRES.jpg

Breve apresentação do CasteloP_20190515_132558_SRES.jpg

 

Arte Sacra

P_20190515_133412_SRES.jpg

Santa

Oficina da Região de Leiria   -   Calcário com vestígios de policromia.

Proveniência: Mosteiro de Santa Maria da Vitória, Batalha.

P_20190515_132727_SRES.jpg

Calvário

Atribuído a Diogo de Contreiras, c. 1540/1545 - Óleo sobre madeira

Proveniência: Convento de São Francisco, Leiria

P_20190515_133245_SRES.jpg

Maquineta com Menino Jesus

Escola Portuguesa, séc. XVIII 

Madeira dourada e policromada, cortiça, tecido e papel.

Proveniência: Paço Episcopal de Leiria

P_20190515_133611_SRES.jpg

 

Mapa de localização do Museu

Museu Leiria.jpg

 

Edição a 25.10.2019

Tive conhecimento que a entrada no Museu passou a ser paga, excepto no primeiro Domingo de cada mês.