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As coisas de que eu gosto! e as outras...

Bem-vind' ao meu espaço! Sou uma colectora de momentos e saberes.

As coisas de que eu gosto! e as outras...

04.06.22

Museus @ Portugal - Museu da Pedra, Município de Cantanhede

Cantanhede, Coimbra

Miluem

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Espaço de referência identitária e lugar privilegiado de aprendizagem, o Museu da Pedra promove diversas atividades pedagógicas de carácter cultural e científico no âmbito da sua temática.

O museu abriu ao público no dia 20 de outubro de 2001, tendo sido, nesse mesmo ano, galardoado pela Associação Portuguesa de Museologia com a Menção Honrosa de Melhor Museu Português do Triénio 1999/2001. Mais recentemente foi distinguido com o Prémio Nacional de Geoconservação 2006, atribuído pela ProGEO - Associação Europeia para a Preservação do Património Geológico.

O Museu da Pedra integra, desde a sua fundação, a Rede Portuguesa de Museus e pertence também à Associação de Museus e Centros de Ciência de Portugal e à Associação Portuguesa de Museologia.

 

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A extração de calcário das importantes jazidas que se estendem a Sul do Concelho (Ançã, Portunhos,  Outil e Vila Nova) e as atividades que sempre lhe estiveram associadas têm produzido marcas de natureza antropológica, cultural e artística cujo indiscutível valor patrimonial importava perpetuar.

Nesse sentido, o Município de Cantanhede decidiu criar o Museu da Pedra, para preservar e divulgar um importante acervo de antigas obras de arte elaboradas em pedra de Ançã, bem como para manter vivos os mesteres artísticos e ofícios tradicionais a ela associados, e também para conservar os importantes testemunhos paleontológicos encontrados na região.

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O corpo central do museu é dedicado às exposições: a permanente contempla, entre outros aspetos, a apresentação de estatuária antiga e outros ornamentos em pedra de Ançã, as ferramentas utilizadas na sua elaboração, a caracterização geológica do concelho, os métodos de extração da pedra, artefactos arqueológicos e um importante conjunto de fósseis oriundos das pedreiras locais; a galeria de exposições temporárias proporciona de forma regular o contacto com a produção escultórica contemporânea e um conhecimento mais aprofundado e atual dos múltiplos aspetos que o trabalho da pedra envolve.

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Paralelamente, o museu tem vindo a promover, em estreita colaboração com as autoridades religiosas, um projeto de grande interesse patrimonial e pedagógico que consiste em divulgar, através de exposições temporárias, as imagens de arte sacra existentes nas várias igrejas e capelas do concelho de Cantanhede.

Com este serviço nuclear articula-se o designado "museu vivo", área que dispõe de um auditório e de ateliês de artes plásticas, nomeadamente de escultura,  nos quais são regularmente desenvolvidas atividades lúdico-pedagógicas dirigidas especialmente às escolas pelos serviços educativos do Museu.

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Museu da Pedra

Largo Cândido dos Reis, n.º 4 - 3060-174 Cantanhede

Telefone: 231 423730 - E-mail: museudapedra@cm-cantanhede.pt

Site: https://www.cm-cantanhede.pt/mcsite/entidade/1744/museu-da-pedra

 

Créditos: 

Fonte: https://www.cm-cantanhede.pt/mcsite/entidade/1744/

Fotos:

https://www.rotadabairrada.pt/irt/show/museu-da-pedra-de-cantanhede_pt_251

https://www.portugaltravel.org/stone-museum-cantanhede

https://lifecooler.com/artigo/atividades/museu-da-pedra/374611/

28.05.22

Museus @ Portugal - Museu da Terra de Miranda

Miranda do Douro, Bragança

Miluem

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O Museu da Terra de Miranda é um museu etnográfico situado na cidade de Miranda do Douro. O Museu está situado no centro histórico, e encontra-se instalado na antiga “Domus Municipalis” da cidade, edifício setecentista datado do séc. XVII.

O edifício museológico, que se estende ao longo da rua Mouzinho de Albuquerque, deixa transparecer, através da sua estrutura, memórias que nos transportam para a prática e história do seu funcionamento, onde se desempenharam, igualmente, funções de Cadeia Municipal até ao ano de 1790.

O edifício recebe, desde o ano de 1982, as coleções etnográficas e arqueológicas cuja narrativa expositiva pretende representar a vida social, cultural, religiosa e económica das comunidades da Terra de Miranda.

No imóvel de dois andares destaca-se o corpo virado a Sudeste, com varanda a todo o comprimento, suportada pelas grandes arcadas de arcos de volta perfeita do piso térreo.

À medida que o visitante se aproxima, a porta aberta do arco direito parece querer convidar a entrar, e o canhão apontando a nascente, exposto no arco esquerdo, simbolicamente faz lembrar a forte praça militar que foi Miranda do Douro, desde o século XVI até 1762, data em que o exército castelhano destruiu a fortaleza desta cidade.

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Na narrativa expositiva do Museu da Terra de Miranda, objetos de caráter arqueológico e histórico, remetem o visitante para o tempo longo da região de Miranda do Douro, para a especificidade da língua mirandesa e para o papel desempenhado por esta na construção e no reconhecimento exterior da identidade cultural da região, bem como para o papel outrora desempenhado pela cidade na manutenção da estabilidade fronteiriça entre Portugal e Espanha.

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As coleções do Museu da Terra de Miranda são o resultado de uma recolha sistemática levada a cabo por uma equipa liderada por António Maria Mourinho, seu fundador, e são provenientes dos municípios de Miranda do Douro, Vimioso e Mogadouro. Encontram-se divididas em diferentes categorias: Arqueologia, Armas, Artes e Ofícios, Caça, Cerâmica, Equipamento de Uso Doméstico, Instrumentos Musicais, Numismática, Objetos de Uso Ritual, Pastoreio, Cestaria, Traje, Transportes e Vestuário.

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Mas é, sobretudo, no âmbito da etnografia que o Museu se propõe materializar uma abordagem à cultura da Terra de Miranda, remetendo o visitante para a ancestralidade e ao mesmo tempo para o quotidiano da vida mirandesa.

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Desde o plano do trabalho agrícola, da pastorícia, dos vários ofícios tradicionais e das atividades domésticas, – quer para os tempos de festa e intensa sociabilidade – revelados sobretudo pelos rituais de inverno tão particulares do Nordeste Transmontano.

 

Museu da Terra de Miranda

Praça D. João III, 2 5210-190 Miranda do Douro

Telefone: +351 273 417 288 – E-mail: mterramiranda@culturanorte.gov.pt

Site: https://www.museuterrademiranda.gov.pt

 

Créditos:

Fonte e Fotos: https://www.museuterrademiranda.gov.pt/

13.05.22

Museus @ Portugal - Museu da Guarda

Guarda

Miluem

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O Museu da Guarda fundado em 1940 apresenta um acervo constituído por coleções de arqueologia, numismática, escultura sacra dos séculos XIII a XVIII, pintura sacra dos séculos XVI a XVIII e armaria dos séculos XVII a XX. Encontramos ainda cerâmica, fotografia, etnografia regional, pintura e desenho de finais do século XIX e 1ª metade do século XX. Recentemente tem desenvolvido ação na área da arte contemporânea e ampliado significativamente essa coleção.

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O Museu da Guarda está instalado no antigo Seminário Episcopal construído em 1601 por D. Nuno de Noronha. Do conjunto fazem parte o Paço Episcopal, o Seminário e a Igreja, formando uma planta em U, com a Igreja ao centro. O conjunto insere-se no Maneirismo, construído no século XVII, com exceção da igreja, do século XIX, mais concretamente de 1887.

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O Museu da Guarda é herdeiro do Museu Regional da Guarda fundado em 1940, sob a dependência da Câmara Municipal, no âmbito das Comemorações Centenárias. Em 1983 iniciaram-se obras de remodelação do edifício e elaborou-se um plano museológico para a apresentação da coleção permanente. Abriu ao público em junho de 1985 sob a designação de Museu da Guarda. Atualmente é tutelado pela Câmara Municipal da Guarda.

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Das obras que integram as suas coleções merecem particular destaque na arqueologia, duas espadas da idade do Bronze, uma fíbula anular hispânica do séculos V/VI a. C., a coleção de numismática romana e um torso Imperial Romano do século II; na escultura, um granito policromado do século XIII, representando N.ª Sr.ª da Consolação, o Altar da Anunciação século XVI e os espaldares de cadeiral dos séculos XVI e XVIII; na pintura, desenhos de Carlos Reis, António Carneiro, óleos de Columbano, Eduarda Lapa, Almeida e Silva e João Vaz; as coleções etnográficas permitem uma leitura das principais atividades económicas da região e a coleção de armas que inclui peças do século XVII ao XX, que documentam a evolução da armaria.

 

Conteúdos editados pela DGPC/ DMC

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Museu da Guarda

Coordenador: Thierry Santos

Morada: Rua Alves Roçadas, 30 – 6300-663 Guarda

Telf: +351 271 213 460   -   Email: museu.guarda@mun-guarda.pt

Site: https://www.museudaguarda.pt    -   Facebook: https://m.facebook.com/Museu-da-Guarda-106075312805209/

Horário: Terça a Domingo – 09:00–12:30, 14:00–17:30

 

Créditos:

Fonte: https://www.museudaguarda.pt/

Fotos: https://www.museudaguarda.pt/permanentes/

http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/museus-e-monumentos/rede-portuguesa/m/museu-da-guarda/

29.04.22

Museus @ Portugal - Museu da Comunidade Concelhia da Batalha

Batalha, Leiria

Miluem

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O Museu da Comunidade Concelhia da Batalha apresenta um programa expositivo dinâmico, de cariz pedagógico, que envolve toda a comunidade concelhia numa interação permanente.

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A exposição permanente conduz os visitantes pela história da evolução do território e da vida da região nos últimos 250 milhões de anos até ao presente, com destaque para temas como a Batalha de Aljubarrota, a construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória ou a Biodiversidade do Território.

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O Museu da Comunidade Concelhia da Batalha tem como missão o estudo, a preservação, a valorização e a divulgação do Património, promovendo a Cultura da região. Para tal, apresenta um programa expositivo dinâmico, de cariz pedagógico, que envolve toda a comunidade. Assume-se como um museu inclusivo através de um programa de acessibilidades direcionadas a todos.

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Conteúdos editados pela DGPC/DMCC

 

Museu da Comunidade Concelhia da Batalha

Largo Goa, Damão e Diu, n.° 4 - 2440-901 Batalha

Tel.: (+351) 244 769 878  / E-mail: geral@museubatalha.com

www.museubatalha.com

 

Créditos:

Fonte: https://www.museubatalha.com/

Fotos: https://www.museubatalha.com/pt/exposicao-permanente-exposicao-permanente-passado#prettyPhoto

23.04.22

Museus @ Portugal - Museu da Casa Grande

Freixo de Numão, Vila Nova de Foz Côa, Guarda

Miluem

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Quando visitar Freixo de Numão, uma das paragens obrigatórias é, o Museu da Casa Grande, instalado num solar barroco (segunda metade do século XVIII), onde se encontram muitos locais de arqueologia e etnologia, bem como um quintal anexo, com ruínas romanas, medievais e modernas, tendo sido ali encontrados materiais que marcam, a longínqua Idade do Ferro.

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Desde a chegada dos Romanos, podem ser vistos vestígios por toda a parte nos limites e orlas de Freixo de Numão. No estágio de aprendizagem avançada, existem algumas casas de campo: do Prazo, com três ocupações (1/2 séc. d.C., segunda metade do séc. III d.C. e era Constantino séc. 14 d.C.); Rumansil (ocupada na segunda metade do século III d.C. ao séc. V d.C.); Zimbro II (Período de ocupação que vai do séc. I ao séc. IV d.C.; Colodreira/ Escorna de Bois (Período de Ocupação vai do final do séc. II ao séc. VI).

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No que é hoje a área urbana da freguesia de Freixo de Numão, deve ter existido um importante castro (Idade do Ferro), depois fortemente romanizado. Vestígios de um grande vicus ou até mesmo de uma provável civitas, jazem debaixo de casas e ruas da zona antiga da freguesia. Referência (através de achados epigráficos) a deuses e deusas como Juno, lovi (Júpiter), Lares, Breaegui, Turocicis favorecem as suspeitas da existência dessa civitns!

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Museu da Casa Grande - Rua Direita, 5155-246 Freixo de Numão

Tel. 279 789 117 / 279 788 145

E.mail: museucasagrande@hotmail.com

Facebook: https://www.facebook.com/Museu-CasaGrande-1412525512394558/

 

Créditos:

Fonte: https://www.cm-fozcoa.pt/index.php/turismo/circuito-arqueologico-freixo-de-numao

Fotos: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/museus-e-monumentos/rede-portuguesa/m/museu-da-casa-grande/     /    https://www.aldeiasdeportugal.pt/servicos/museu-da-casa-grande/

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O Edifício do Museu

Casa nobre rococó, e planta rectangular composta por ala residencial e capela adossada num dos topos, volumetricamente diferenciada. Fachada principal com casa de dois pisos, de cunhais apilastrados, terminadas em friso e cornija, sobrepostas por beiral, e zona central alteada de perfil curvo; e rasgada no primeiro piso por portal de planta côncava encimado por janela de sacada contacurvada, e com balaustrada, de moldura rematada por cornija contracurvada e volutas, sobrepujados por pedra de armas familiar, envolvida por concheados. Lateralmente rasgam-se janelas de peitoril sobrepostas, de arco abatido, as do primeiro piso rematadas por avental curvo, e as do segundo piso, mais trabalhadas, com brincos, e decoradas por enrolamentos, flores-de-lis e conchas. A capela tem pilastras compósitas, coroadas por fogaréus, e termina em empena contracurva interrompida por nicho, sendo rasgada por portal, encimado por janela, com molduras recortadas, decoradas, com orelhas, volutas, concheados, enrolamentos e elementos vegetalistas. Interior da capela com retábulo em talha dourada rococó. Caracteriza-se pela fenestração regular, de vãos em arco abatido, e horizontalidade do corpo, interrompida ao centro da casa, pela excessiva altura da empena curva alteada, acentuada pela colocação dos vãos e pedra de armas familiar em eixo, e pelo remate da capela em empena contracurvada interrompida, terminando ambos à mesma altura. O esquema de demarcação do eixo central da casa é bastante semelhante ao da Câmara Municipal de Mêda (v. PT020909090081). A casa e a capela apresentam diferente tratamento decorativo, sendo o da capela mais desenvolvido e de maior relevo, mas ambas têm linhas contracurvadas, molduras recortadas e profusão de concheados, que dinamizam a estrutura. Sobre o portal da capela existe ainda cartela com data da construção. È notório a diferença de tratamento entre a fachada principal e as laterais, terminadas apenas em beiral e de vãos rectilíneos e molduras simples.

 

Créditos:

Fonte: http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2998

Foto: https://www.aldeiasdeportugal.pt/servicos/museu-da-casa-grande/

07.02.21

Caderno de Receitas do Convento das Salésias

Arquivo Nacional da Torre do Tombo

Miluem

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 (...) Convento de Nossa Senhora da Visitação de Santa Maria, da Ordem de São Francisco de Sales, também conhecido por Convento das Salésias, localizado na Junqueira, em Lisboa. Recebeu as suas cinco primeiras religiosas, vindas de França, no ano de 1784. Tudo parece indicar que este caderno de receitas, culinárias e outras de diferente teor, entre elas as de remédios caseiros, se destinava exclusivamente à prática culinária das religiosas, certamente um importante elemento de sobrevivência económica, como era muitas vezes habitual nos conventos. Particularmente depois de 1834, ano em que foram extintas as ordens religiosas e as freiras se depararam com a necessidade de arranjar dinheiro para o seu sustento. Inclui as mais variadas receitas, algumas tipicamente portuguesas, caso do bacalhau albardado, outras com influências alheias, como a de arroz de leite, provavelmente de influência moura.  (...) 

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http://antt.dglab.gov.pt/caderno-de-receitas-do-convento-das-salesias/

 

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