Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

As coisas de que eu gosto! e as outras...

Bem-vind' ao meu espaço! Sou uma colectora de momentos e saberes.

As coisas de que eu gosto! e as outras...

21.05.22

Museus @ Portugal - Museu Municipal de Porto de Mós

Porto de Mós, Leiria

Miluem

1312u36u2699gbiocujhz4novhiltuedv045_1_1024_2500.p

 

Museu Municipal de Porto de Mós

 

Aberto ao público desde 1989, o museu recolhe e expõe peças relacionadas com as atividades inerentes ao uso e ocupação do solo, com os recursos geológicos e com a história da exploração e aproveitamento dos carvões da Bacia do Lena.

Entre as várias coleções destacam-se a cerâmica da Real Fábrica do Juncal (1770 – 1876), o núcleo epigráfico proveniente de vários pontos do concelho (Romano – Medieval), as coleções de rochas, minerais e fósseis e o núcleo etnográfico.

Assume-se como um museu pluridisciplinar tendo como missão investigar, preservar e divulgar a herança natural e histórico-cultural do território concelhio, passado e presente, nas suas diferentes expressões, com objetivos científicos, culturais e lúdicos que contribuam para um melhor conhecimento e valorização da identidade e das singularidades do património do concelho de Porto de Mós.

 

https://www.municipio-portodemos.pt/pages/1402?poi_id=375

1012u36u2699gbiocujhz4novhiltuedv045_1_1024_2500.p

 

Museu Municipal de Porto de Mós - Avenida da Liberdade - 2480-302 Porto de Mós

Telefone: 244 499 652 - e-mail: museu@municipio-portodemos.pt

site: www.municipio-portodemos.pt

Horário: De terça a sábado das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30

Encerra aos domingos, segundas-feiras e feriados.

 

Fotos: https://www.municipio-portodemos.pt

19.03.22

Museus @ Portugal - Museu Nacional Grão Vasco

Viseu

Miluem

1_fachadas-exteriores.jpg

Museu Nacional Grão Vasco

http://www.museunacionalgraovasco.gov.pt/

 

O Museu Nacional Grão Vasco está localizado no centro histórico de Viseu, no antigo palácio dos bispos, do século XVI, ao lado da catedral.

Em nada surpreende que o pintor Vasco Fernandes, celebrizado no decurso dos séculos com o epíteto Grão Vasco, seja a referência maior, na designação e nos conteúdos, do museu de Viseu. Fundado a 16 de Março de 1916, justamente com a finalidade de preservar e valorizar “os valiosos quadros existentes na Sé de Viseu (...) o tesouro do cabido da Sé, além doutros objetos de valor artístico ou histórico”, o Museu Nacional Grão Vasco (MNGV) teve nas dependências da Catedral, sensivelmente até 1938, o seu primeiro espaço.

A Francisco de Almeida Moreira, seu fundador e diretor, deve-se a ampliação das coleções, bem como a conquista progressiva das galerias do edifício contíguo à Catedral, o Paço dos Três Escalões, que à data da fundação do museu acolhia ainda diversos serviços públicos.

237.jpg

A coleção principal do Museu é constituída por um conjunto notável de pinturas de retábulo, provenientes da Catedral, de igrejas da região e de depósitos de outros museus, da autoria de Vasco Fernandes (c. 1475-1542), o Grão Vasco, de colaboradores e contemporâneos. O acervo inclui ainda objetos e suportes figurativos originalmente destinados a práticas litúrgicas (pintura, escultura, ourivesaria e marfins, do Românico ao Barroco), maioritariamente provenientes da Catedral e de igrejas da região, a que acrescem peças de arqueologia, uma coleção importante de pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, exemplares de faiança portuguesa, ourivesaria, porcelana oriental, numismática e mobiliário.

 

Museu Nacional Grão Vasco 

Paço dos Três Escalões, Adro da Sé, 3500-195 Viseu

T.: +351 232 422 049 - mngv@mngv.dgpc.pt - Diretora: Odete Paiva

 

Google Arte, visita virtual: https://artsandculture.google.com/partner/grão-vasco-museum?hl=pt-BR

 

Créditos:

Fonte: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Museu_Nacional_Gr%C3%A3o_Vasco

Fotos:

http://www.museunacionalgraovasco.gov.pt/?p=4

http://www.museunacionalgraovasco.gov.pt/?p=237

12.03.22

Pintores portugueses = Domingos Sequeira (1768-1837)

Miluem

0fb7d94f-182e-42c5-9f64-0363564bad11.jpg!Portrait.

Domingos Sequeira (1768-1837)

 

António do Espírito Santo, segundo filho do algarvio António do Espírito Santo e de Rosa Maria Lima, natural de Lisboa, nasceu em Belém, a 10 de Março de 1768.

Foi baptizado na igreja paroquial da Ajuda, recebendo como padrinho o seu tio Domingos de Sequeira Chaves, tendeiro de profissão, de quem tomou o apelido que usou no seu percurso artístico.

Em Lisboa frequentou a Aula Pública de Desenho, regida por Joaquim Manuel da Rocha e sediada no convento dos Caetanos (actual Conservatório Nacional), onde se manteve como aluno ordinário até 1781.

Sopa_dos_Pobres_em_Arroios_(1813)_-_Domingos_Seque

Sopa dos Pobres em Arroios  - Domingos António de Sequeira 1813

Em 1784 alcançou o 1.º prémio com o desenho "Pirro e Glaucias". Dois anos depois terminou o curso e recebeu novo prémio com "Ismael expulsando Agar".

Aos 18 anos ingressou na Oficina de Francisco de Setúbal e, em 1788, partiu para Roma com uma pensão régia, obtida com a intervenção do Marquês de Marialva.

Em Roma, visitou pinacotecas, pintou retratos e copiou obras-primas. Foi protegido pelo encarregado de negócios da embaixada portuguesa, José Pereira Santiago, e pelos embaixadores D. João de Mello e Castro (1756-1814) e D. Alexandre de Sousa Holstein (1751-1803). Passou pela Academia Portuguesa das Artes e estudou com os professores António Cavallucci (1752-1795) e Domenico Corvi (1721-1803).

No início do ano de 1789 obteve o 2.º prémio no concurso da Scuola del Nudo em Campidoglio e, logo a seguir, o 2.º prémio na classe de pintura do concurso Clementino, promovido pela Accademia di San Luca.

Nas cartas que trocou com João Pinto da Silva, guarda-jóias da rainha e seu interlocutor na corte portuguesa, queixou-se da sua pensão, que considerou diminuta. Em resposta a este desabafo foi-lhe sugerido que oferecesse obras à rainha. Aproveitou o conselho e enviou à monarca uma cópia de "Santa Maria Madalena", de Guido Reni e ofereceu a Pinto da Silva um "S. Sebastião".

BatalhaOurique.jpg

O Milagre de Ourique, Domingos António de Sequeira 1793

Para a corte produziu outros quadros como "Moeda de César" e "Milagre de Ourique" quando se candidatou ao lugar de pintor régio.

Alegoria_da_Fundação_da_Casa_Pia_de_Belém.jpg

Alegoria à Fundação da Casa Pia, Domingos António de Sequeira 1792-1794

Para Pina Manique (1733-1805) realizou "Alegoria à Fundação da Casa Pia".

Domingos_Sequeira_-_Pregação_de_S._João_Baptist

Pregação de S. João Baptista, Domingos António de Sequeira, 1793

Em 1793 foi nomeado membro da academia romana de S. Lucas, com o grau de professor. A apresentação da "Degolação de S. João Baptista" deu-lhe vantagem sobre o seu adversário Vieira Portuense, que também se encontrava em Itália.

Entretanto, pensou deixar Roma para se juntar a Melo e Castro que fora nomeado embaixador de Londres, mas foi contrariado no seu intento pelo financiador Pinto da Silva. Numa outra missiva solicitou apoio para regressar a Portugal, voltando a lamentar-se da pensão que auferia e considerava ser inferior à dos alunos enviados para Roma por Pina Manique, assim como à de Vieira Portuense. O guarda-jóias da rainha insistiu para que se mantivesse em Roma, advertindo-o de que em Portugal não havia mercado para a sua arte, mas o artista só recebeu esta carta quando já se encontrava em viagem. No regresso, foi bem recebido nas cidades italianas por onde passou: Bolonha, Parma, Florença, Milão e Veneza.

Em Lisboa, em 1795, instalou-se em Belém e continuou a pintar. Por esses quadros cobrava preços elevados, o que o levou a procurar apoio em colegas de profissão como Cirilo Volkmar Machado e Pedro Alexandrino para, em conjunto, inflacionarem o valor monetário da pintura em Portugal.

Nesta fase da vida frequentava o Palácio de Arroios, de D. Rodrigo de Sousa Coutinho (Conde de Linhares), para o qual produziu obras e onde deu lições à condessa. Em simultâneo, executava encomendas, como o pano de boca do Teatro S. João, no Porto, no qual representou a "Volta de Vasco da Gama da Índia".

1280px-Domingos_antónio_de_sequeira,_san_bruno_in

São Bruno em oração, Domingos António de Sequeira, 1799-1800

O sucesso de que gozava não o impediu de cair num profundo estado de melancolia, supostamente atribuído à dimensão reduzida do mercado artístico nacional e a um desgosto amoroso que envolveu uma familiar da abastada família dos Cometti com quem se tinha relacionado em Roma. Este estado de espírito levou-o a uma clausura temporária na Cartuxa de Laveiras, em Caxias. Aqui, pintou obras dedicadas a S. Bruno de Colónia, fundador da Ordem dos Cartuxos, com fortes influências de Domenichino e Guido Reni.

Em 1802, depois de deixar a vida religiosa, foi nomeado "Primeiro Pintor de Câmara e Corte" juntamente com Vieira Portuense, passando a auferir um ordenado anual de 2 contos de réis, com direito a sege oficial. Os dois artistas ficaram encarregados de dirigir os trabalhos de pintura do Palácio da Ajuda e de proporem pintores para aquela obra e para o ensino numa escola instituída junto do palácio.

retrato-equestre-de-carlota-joaquina-of-spain-1830

Retrato equestre de Carlota Joaquina de Bourbon, Domingos António de Sequeira, 1830

Nesse ano, Domingos Sequeira pintou um retrato do príncipe regente tendo o Palácio da Ajuda como pano de fundo e, meses depois, foi nomeado mestre de Desenho e Pintura da Princesa da Beira, da mãe desta (D. Carlota Joaquina) e das tias (D. Maria Francisca Benedita e D. Maria Ana).

Para o príncipe regente fez, também, um retrato equestre e para o novo palácio realizou os tectos, ocultados por obras posteriores, e várias telas. Entre elas, diversas passagens da vida de D. Afonso Henriques, as quais foram levadas para o Brasil e hoje se encontram desaparecidas.

Domingos Sequeira trabalhou igualmente no Palácio/Convento de Mafra, tendo feito esboços para composições parietais e telas, como "Duarte Pacheco combatendo o Samorim", para a Sala das Descobertas.

Após a morte de Vieira Portuense, em 1805, assumiu a direcção da Aula de Desenho e Pintura da Academia Real de Marinha e Comércio da Cidade do Porto, entre 1806 e 1821.

image1520334284864.jpg

Retrato da família do 1º Visconde de Santarém,  Domingos António de Sequeira, 1810-1816

Em 1808, regressou a Lisboa e aqui estabeleceu relações com o Conde de Forbin, oficial do Estado-Maior e pintor amador e com outros oficiais franceses, chegando a pintar a tela inacabada "Junot protegendo a cidade de Lisboa", a qual não agradou ao seu encomendador, que pretendia a representação de Lisboa como uma cidade confiante.

Em Dezembro, foi preso à saída de um jantar na casa do Marquês de Marialva, sob a falsa acusação de, num café, ter falado indecorosamente acerca do príncipe regente. Depois deste episódio ficou encarcerado no Limoeiro. O processo que lhe moveram acusou-o de colaboracionismo com os franceses e, especificamente, de ter convertido a sala de dossel do Palácio da Ajuda em ateliê, de nela ter colocado um cavalo para retratar o major Constante de ter pintado uma alegoria a Junot.

Depois de libertado, em Setembro de 1809, manteve o cargo de pintor de Câmara e Corte, mas nunca mais voltou a trabalhar para o Palácio da Ajuda.

Durante os anos seguintes esforçou-se por exaltar Portugal e a sua coroa. Pintou telas como "Alegoria às Virtudes do Príncipe Regente", uma obra neoclássica destinada ao regente e encomendada pelo Barão de Sobral, "Génio da Nação Portuguesa" e "Lisboa, protegendo os seus habitantes", financiadas pelo Barão de Quintela. Trabalhou também na concepção artística, iconografia e direcção da baixela em prata oferecida a Wellington, como agradecimento pela expulsão dos franceses.

800px-Domingos_antónio_de_sequeira,_ritratto_di_d

Benedita Vitória de Sequeira, Domingos António de Sequeira, 1815-16

Em 1809 casou com Mariana Benedita Vitória Verde e, a partir de então, passou a juntar retratos de família aos seus muitos auto-retratos. Fez-se pintar com a mulher e com o irmão desta, o seu amigo João Baptista Verde, fez um ex-voto representando o difícil parto do seu primogénito e pintou os filhos.

Ficou viúvo quando nasceu o seu filho Domingos, que acabaria por morrer prematuramente em 1817.

Na obra "Retrato do conde de Farrobo" (Joaquim Pedro de Quintela, futuro barão e depois conde de Farrobo) e no retrato da sua filha anunciou a viragem para uma nova estética romântica.

BatalhaOurique.jpg

Portugal à beira do abismo, Domingos António de Sequeira, 1820

Depois da Revolução de 1820, a imprensa informou que Domingos Sequeira se encontrava a pintar "Alegoria à Constituição" e "Portugal à beira do Abismo". Em 1821, o pintor escreveu ao congresso oferecendo-se para representar os grandes feitos da época em dois quadros (a tal "Alegoria à Constituição" e uma representação do congresso), apresentou projectos para monumentos à Constituição, desenhou as primeiras notas do Banco de Portugal, de que foi accionista, figurinos dos ministros de Estado e diplomatas, medalhas comemorativas e foi autor do projecto do túmulo de Fernandes Tomás. Colaborou também na decoração da Sala das Cortes, para onde pintou um retrato do rei.

Em Janeiro de 1823, as cortes debaterem os ordenados dos "Pintores de Câmara" inscritos na verba do Palácio da Ajuda e a organização do Ensino das Belas Artes. O nome de Domingos Sequeira surgiu em vários discursos que evidenciaram tanto o seu mérito como a pouca dedicação ao ensino. Na sequência do debate foi nomeado sócio-fundador e presidente perpétuo do Ateneu das Belas-Artes e, mais tarde, professor de Pintura de História no Liceu das Belas-Artes.

unnamed.jpg

Retrato de moça - Domingos António de Sequeira 1810

Depois da Vilafrancada de 1823, os cursos de Belas-Artes criados no mês anterior foram encerrados, não se concretizou o monumento dedicado à Constituição a erguer no Rossio e ficou comprometida a finalização das telas para o congresso.

Temendo o seu futuro, Domingos Sequeira obteve um passaporte por intermédio do futuro duque de Palmela, então Ministro dos Negócios Estrangeiros, que lhe conseguiu garantir o vencimento de pintor régio (depois cancelado em 1831) e em Setembro embarcou com a filha para Plymouth, acompanhando o movimento de exilados liberais, em vésperas da guerra civil.

Ao chegar a Paris era aguardado pelo Marquês de Marialva, reempossado embaixador, que faleceu passado um mês e meio. O artista dedicou-lhe um retrato alegórico litografado, que foi a primeira de muitas litografias.

Procurou então a protecção de um velho conhecido, o conde de Forbin, na altura director dos museus franceses, que o acolheu bem e o apresentou a François Gerard, pintor que em 1871 ilustrara a edição d’"Os Lusíadas", do Morgado de Mateus. Por seu intermédio contactou com novas correntes artísticas e participou no "Salon" de 1824 onde expôs "Fuga para o Egipto" e "A morte de Camões", tela inaugural da pintura romântica portuguesa, já desaparecida e apenas conhecida através de esboços. Ainda em Paris, fez retratos do embaixador do Brasil, Barão de Pedra Branca, com a mulher e a filha, de Adrião Ribeiro das Neves e de D. João VI.

transferir.jfif

Adoração dos Magos - Domingos António de Sequeira, 1828

Com cerca de 60 anos radicou-se em Roma para fugir à inconstância do clima francês e à falta de saúde, ao mesmo tempo que procurava um meio artístico mais familiar. Foi bem acolhido pelo embaixador de Portugal, o Conde do Funchal, irmão de D. Rodrigo de Sousa Coutinho. E conseguiu ser nomeado decano e conselheiro da Academia de S. Lucas. Recebeu encomendas de pintura sacra para religiosos e aristocratas e deu início a quatro telas sobre a vida de Cristo e temas dos Evangelhos, que renovaram e coroaram a sua obra: "Descida da Cruz" (1827), "Adoração dos Magos" (1828), "Ascensão" (1828-1830) e "Juízo Final" (1828-1830).

Em 1833 foi acometido por ataques apoplécticos. Deixou, então, de pintar, vivendo mais quatro anos, embora privado das faculdades mentais. Não teve, assim, percepção das distinções atribuídas pelo governo setembrista, que o nomeou comendador da Ordem de Cristo e director honorário da Academia de Belas Artes.

Domingos Sequeira faleceu em Roma aos 69 anos de idade, sendo sepultado na Igreja de Santo António dos Portugueses.

 

Créditos:

Fonte: https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antecedentes%20da%20u.porto%20-%20biografia%20de%20domingos%20sequeira

Fotos:

https://www.wikiart.org/pt/domingos-sequeira

https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Milagre_de_Ourique_(Domingos_Sequeira)

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alegoria_da_Funda%C3%A7%C3%A3o_da_Casa_Pia_de_Bel%C3%A9m

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Domingos_Sequeira_-_Prega%C3%A7%C3%A3o_de_S._Jo%C3%A3o_Baptista,_1793.png

http://www.museudearteantiga.pt/colecoes/pintura-portuguesa/adoracao-dos-magos

https://www.e-cultura.pt/artigo/11000

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Domingos_Sequeira_-_Portugal_%C3%A0_beira_do_abismo,_1820.png

https://pt.wikipedia.org/wiki/Retrato_de_Domingos_e_Mariana_Benedita_Vit%C3%B3ria_de_Sequeira_(Domingos_Sequeira)

https://www.wikiart.org/pt/domingos-sequeira/retrato-equestre-de-carlota-joaquina-de-bourbon-1830

https://artsandculture.google.com/asset/retrato-de-mo%C3%A7a-domingos-sequeira/FgGYuu0XxrX1bw?hl=pt-br

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sopa_dos_Pobres_em_Arroios_(Domingos_Sequeira)

https://pt.wikipedia.org/wiki/São_Bruno_em_oração_(Domingos_Sequeira)

07.03.22

Museus @ Portugal - Museu da Miniatura Automóvel

Gouveia, Guarda

Miluem

DSC_0001-760x510.jpg

Museu da Miniatura Automóvel 

https://www.cm-gouveia.pt/espaco/museu-da-miniatura-automovel/

 

O Museu da Miniatura Automóvel está localizado em Gouveia, junto ao edifício dos Paços do Concelho, desde a sua inauguração a 24 de novembro de 2007.

A iniciativa de criar o Museu da Miniatura Automóvel surgiu da conjugação da disponibilidade do colecionador Fernando Taborda, com o empenho da Câmara Municipal de Gouveia, o entusiamo do Clube Escape Livre e o apoio do Automóvel Clube de Portugal. A conjugação de esforços destas entidades fez com que este projeto se tornasse numa realidade.

O Museu que pretende mostrar e divulgar as melhores coleções de miniaturas existentes no país. É um verdadeiro mundo por descobrir que conta com cerca de 4 mil miniaturas em exposição enriquecidas com algumas contribuições de coleções particulares. Fazem parte das suas coleções permanentes a Evolução Histórica do Automóvel, Ralis do Mundo, 3J e Veículos Presidenciais, Vips e Papais, a que se juntam diversas exposições temporárias.

IMG_1763-760x510.jpg

O Museu da Miniatura Automóvel confirmou-se como um dos principais pontos de atração de muitos visitantes ao concelho de Gouveia, tendo conquistado a visita de colecionadores, apaixonados e personalidades do desporto automóvel, clubes, vários grupos de escolas e visitantes dos diversos pontos do País e também fora deste, transformando-se num verdadeiro espaço de lazer e prazer.

Para além da área museológica, também se promovem eventos e atividades lúdico-pedagógicas de interação com os visitantes, grupos e colecionadores, apaixonados pelo universo das quatro rodas.

 

Museu da Miniatura Automóvel  - Morada: Rua Mestre Abel Manta, 6290-909 Gouveia

Tel.: 238496169/961585269 -Email: museuminiatura@cm-gouveia.pt

 

Créditos:

Fonte e Fotos: https://www.cm-gouveia.pt/espaco/museu-da-miniatura-automovel/

05.03.22

Museus @ Portugal - Museu Regional de Paredes de Coura

Paredes de Coura - Viana do Castelo

Miluem

museu-718x278.jpg

Museu Regional de Paredes de Coura http://www.geira.pt/mmparedescoura/

 

O Museu Regional de Paredes de Coura encontra-se instalado na Casa da Veiga e é composto por 3 galerias de exposição e uma casa rural, sendo a primeira dedicada ao “linho”, a segunda à mobilização da terra e a terceira à arqueologia. A casa rural é composta por uma cozinha, onde se destacam a lareira e o forno do pão; dois quartos de dormir e uma sala no piso superior. No piso inferior ou cave está representada uma loja, onde outrora foram cortes de gado.

A origem da Casa da Veiga é anterior ao séc. XVIII, mas a atual estrutura física data deste século. Foi propriedade da família Andrade e Castro até ao segundo quartel do séc. XX, passando então para o património da família Castro e Antas, Viscondes do Peso de Melgaço.

A 8 de outubro de 1997, o Museu Regional de Paredes de Coura foi aqui inaugurado.

Na montagem das exposições, contou-se com a orientação e colaboração do etnólogo Benjamim Enes Pereira que orientou todo o processo de recolha, organização de coleções, idealizou a estrutura das exposições e definiu a coerência do discurso expositivo.

museu-2.jpg

A coleção de Arqueologia é proveniente de diferentes campanhas de prospeção em toda a área geográfica do Concelho de Paredes de Coura com materiais desde a Idade do Ferro à fase final da Romanização. Destaca-se o material proveniente das escavações arqueológicas no Povoado fortificado de Cossourado.

75617_800x800.jpg

A coleção de Etnologia é composta por alfaias agrícolas (manuais, de tração animal e de tração mecânica); de tratamento e transformação. Possui também uma coleção que inclui todos os utensílios do ciclo do linho e do tratamento deste até ao produto final.

A coleção de Vestuário  composta por mais de uma centena de peças de vestuário, donde se destacam cerca de 20 peças de grande valor histórico e que marcam épocas distintas, do século XVIII à década de 60 do séc. XX.

A coleção de Mobiliário integra espólio provindo na sua totalidade da Casa do Outeiro composto por um variado leque de estilos e de épocas, onde predomina o revivalista da renascença do século XIX e o romântico.

A coleção de Arte Sacra inclui o espólio provindo na sua totalidade da Casa do Outeiro, composto por oratórios, imaginária, gravura e pintura, quase na sua totalidade datada do séc. XIX.

 

Conteúdos editados pela DGPC/DMCC

 

Créditos:

Fonte: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/museus-e-monumentos/rede-portuguesa/m/museu-regional-de-paredes-de-coura/

Fotos:

https://www.paredesdecoura.pt/locais/museu-regional/

https://correiodominho.pt/noticias/museu-regional-de-paredes-de-coura-reabre-no-dia-do-concelho/88530

19.02.22

Museus @ Portugal - Museu Convento dos Lóios

Santa Maria da Feira, Aveiro

Miluem

Museu-Convento.jpg

Museu Convento dos Lóios - https://cm-feira.pt/museuconventoloios

 

Espaço dedicado à História e ao Património, tem o propósito de salvaguarda, valorização e divulgação dos testemunhos e memórias da herança histórica e cultural do concelho e da região, promovendo diversas atividades de manifesto interesse ao entendimento da diversidade cultural regional e também nacional.

98_AD037563.jpg

Apresenta na exposição permanente núcleos de Arqueologia, História e Etnografia, onde explica a origem do Homem, a evolução e o desenvolvimento de um vasto território administrativo que outrora se designava por Terra de Santa Maria.

Criado como Biblioteca-Museu Municipal de Vila da Feira a 5 de fevereiro de 1938, foi inaugurado a 20 de janeiro de 1940.

Em 1992, desliga-se da biblioteca e é instalado no secular edifício do Convento dos Lóios.

Em 2000, é criada a Rede Municipal de Museus de Santa Maria da Feira e o Museu Municipal adquire uma nova dinâmica, como polo central da Rede, passando a designar-se Museu Convento dos Lóios.

 

Créditos:

Fonte: http://www.portoenorte.pt/pt/o-que-fazer/museu-convento-dos-loios/

Fotos:

https://radioavfm.net/museu-convento-dos-loios-recebe-as-escolas-de-santa-maria-da-feira-em-visitas-virtuais/

 http://pin.amp.pt/recurso/98

14.02.22

Museus @ Portugal - Ecomuseu de Barroso

Montalegre, Vila Real

Miluem

Ecomuseu de Barroso (I Parte)-4 (1).jpg

Ecomuseu de Barroso - https://www.ecomuseu.org/

 

Barroso distingue-se por um património riquíssimo e um imaginário coletivo diferenciador. A necessidade de salvaguardar estes elementos únicos levou as autarquias de Montalegre e Boticas a delinear um projeto capaz de assumir a responsabilidade de uma estratégia de desenvolvimento. Nasceu, assim, o Ecomuseu de Barroso, reconhecido agregador e potenciador da identidade, museu de território em constante relação com a população local e portador da memória coletiva.

Situada no planalto barrosão, a região e as suas gentes souberam preservar rituais únicos, produtos ímpares pela qualidade e autenticidade, associados a um saber receber sem igual. Estas características assumem-se como uma mais-valia na promoção turística, fruto da tenacidade de um povo forte, já com reconhecimento além-fronteiras.

“Tocar” a origem fica mais fácil através deste portal capaz de apelar aos sentidos de forma intuitiva. Fica o convite para que se deixe guiar numa viagem ao compêndio da essência barrosã e conheça este “pedaço de terra”, que ocupa um terço do único parque nacional do país: o Parque nacional da Peneda-Gerês (PNPG).

Com a nobre missão de transportar relíquias, apresenta-se como fiel guardião de “momentos” que identificam um Povo e um território. Daqui parte a descoberta para o que de melhor o “reino maravilhoso” tem para oferecer. A aventura e as experiências sensoriais excecionais apresentam-se obrigatórias num roteiro que abraça tradições, cultura, aldeias e as pessoas, verdadeiros agentes do desenvolvimento local.

 

Créditos:

Fonte e Foto: https://www.ecomuseu.org/

Video: Youtube