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As coisas de que eu gosto! e as outras...

Bem Vind' ao meu espaço! Sou uma colectora de momentos e saberes.

As coisas de que eu gosto! e as outras...

19.12.20

# À moda de Cá # Formigos à moda do Minho

Miluem

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Formigos à moda do Minho

 

Ingredientes

 

– 250 g de açúcar

– 50 g de manteiga

– 2,5 dl de água

– 6 ou 7 pãezinhos

– 3 cascas de limão

– 2 colheres (de sopa) de mel

– 2 paus de canela

– 3 ovos

– 1 cálice de vinho do Porto

– 1 pitada de sal,

– nozes pinhões e uvas passas,

– Canela em pó para polvilhar

 

 

Modo de Preparação

 

– Parta o pão em pedaços muito pequenos.

– Coloque num tacho a água com a canela e a casca de limão e uma pitada de sal.

– Leve ao lume, por 10 minutos, até que ferva.

– Retire a canela e o limão.

– Adicione o pão e a manteiga, mexendo para se desfazer bem. Deixe ferver durante 5 minutos.

– Junte depois o mel e o açúcar e continue a mexer, fervendo por mais 5 minutos.

– Bata as gemas com o vinho do Porto e junte aos formigos.

– Acrescente as nozes, os pinhões e as uvas passas.

– Mexa muito bem e leve ao lume.

– Deixe ferver por 3 minutos, retire do lume e distribua pelas travessas.

– Deixe arrefecer e polvilhe com a canela.

–Sirva já frios.

 

Fonte: https://ncultura.pt/formigos-origem-e-receita/

19.12.20

# À moda de Lá # Kapustnica - Sopa de Natal

Receita de Natal eslovaca

Miluem

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Kapustnica

 

Ingredientes
  • 2 cebolas grandes picadas
  • 1 mão cheia de cogumelos secos
  • 30g de ameixas pretas
  • 250g de chouriço
  • 2 colheres de sopa de óleo de girassol
  • 1 lata de 810 g de choucroute
  • 1 folha de louro
  • 1 colher de chá de tomilho seco
  • 1 colher de chá de pimentão doce
  • 1 colher de café de pimenta preta em pó
  • 1 colher de sopa de sal fino
  • Alho

 

Modo de preparação
 

Colocam-se os cogumelos de molho em água a ferver.

Numa panela leva-se o óleo a aquecer em lume brando e juntam-se as cebolas picadas.

Deixa-se fritar até as cebolas ficarem transparentes.

Junta-se a choucroute escorrida e cortada aos bocados, mexe-se com uma colher de pau e deita-se água até cobrir a choucroute.

Tempera-se com sal, louro, tomilho, pimenta, pimentão doce e acrescentam-se os cogumelos.

Tapa-se e deixa-se ferver até a choucroute estar cozida.

Se necessário acrescenta-se água quente, mas de forma a que a mistura fique bem espessa.

Quando levantar fervura, deita-se o chouriço inteiro na panela.

Acrescenta-se o alho picadinho e as ameixas pretas.

Mexe-se, torna-se a tapar e deixa-se cozer em lume brando.

Quando o chouriço estiver cozido retira-se, corta-se às rodelas e torna-se a meter na sopa, que deve ser servida assim que estiver pronta.

 

Fonte: Eurocid - República Portuguesa - Negócios Estrangeiros

Foto: https://bratislavafoodtours.com/slovak-recipes-worth-taking-home-kapustnica-sauerkraut-soup/

 

19.12.20

Aveiro @ Lendas de Portugal - Lenda de Santa Joana Princesa

Miluem

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Lenda de Santa Joana Princesa             

 

A princesa D. Joana, filha do rei Afonso V, revelou desde muito tenra idade uma grande vocação religiosa.

 

Esta filha primogénita, apesar de ser obrigada a viver na Corte pela sua posição, afastava-se o mais possível de festas e convívios e passava grande parte do seu tempo a rezar e a meditar. A princesa era, dizia-se, muito bela e teve muitos pretendentes, entre estes muitas cabeças coroadas, mas a todos recusou alegando a sua intenção de se tornar freira.

 

Com a autorização real, entrou D. Joana para Odivelas, mudando-se mais tarde para o Convento de Santa Clara de Coimbra mas acabando por resolver professar no Convento de Jesus, em Aveiro. Esta última decisão foi contestada tanto pelo rei como pelo povo, dado que o Convento de Jesus era muito pobre e, na opinião geral, indigno de uma princesa.

 

Por outro lado, o povo discordava da vocação da princesa e não queriam ela professasse. Perante tanta discórdia D. Joana decidiu não professar, mas declarou que usaria o véu de noviça para sempre e insistiu em ingressar no Convento de Jesus, vivendo na humildade e na pobreza e aplicando as rendas que possuía no socorro dos pobres. A sua caridade era tão grande que depressa ficou conhecida como santa. Mas a bela princesa adoeceu de peste e morreu em grande sofrimento.

 

Quando o seu enterro passou pelos jardins do convento deu-se um facto insólito: as flores que ela havia tratado em vida caiam sobre o seu caixão prestando-lhe uma última homenagem. Após este primeiro milagre, muitos outros foram atribuídos a Santa Joana Princesa, levando a que, duzentos anos depois, o Papa Inocêncio XII concedesse a beatificação a esta infanta de Portugal.

 

http://www.aveiro.com.pt

Foto: https://pt.wikipedia.org/