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As coisas de que eu gosto! e as outras...

Bem-vind' ao meu espaço! Sou uma colectora de momentos e saberes.

As coisas de que eu gosto! e as outras...

17.01.22

««Tradições »» Pau de sebo

Jogo

Miluem

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Pau de sebo

 

Erguia-se um pau com uma certa espessura num espaço aberto, colocando-lhe sebo (gordura animal, normalmente de porco) que o tornava extremamente escorregadio.

Quem o conseguisse subir ganharia o prémio que estivesse na sua ponta.

 

Créditos:

Fonte: https://www.freguesiademirandadocorvo.pt/lendas-e-tradicoes

Foto: https://skrachusquo.wordpress.com/2011/06/24/pau-de-sebo/

16.01.22

A Procissão ou Devoção dos Nus

Miluem

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A Procissão ou Devoção dos Nus foi um costume que nasceu num dos lugares da Freguesia de São Martinho do Bispo tratando-se de um dos fenómenos mais importantes, consistentes e duradouros a religiosidade popular em Portugal.

Decorria uma das muitas crises agrícolas em Portugal, esta de 1422 a 1427, e as searas, rebanhos e pessoas eram dizimados pela peste.

Foi então que os seus cinco filhos iriam despidos da cinta para cima e dos joelhos para baixo, na procissão em honra dos Santos; mártires de Marrocos, que se realizava em todos os dias 16 de Janeiro.

Em virtude disso, Vasco Martins e seus filhos foram poupados e a promessa cumpriu-se.

A partir dai, o número de participantes aumentava cada ano, vindo das povoações rurais apresentando-se despidos à imagem dos mártires de Marrocos nos seus dias de tortura.

Tornou-se num doa maiores e mais curiosos fenómenos da Região, que só terminou três séculos e meio mais tarde, quando foi interdito por carta pastoral de 15 de Janeiro de 1798, pelo então Bispo Conde de Coimbra, D. Francisco de Lemos Pereira Coutinho, que não proibia a procissão em si, mas a participação dos nus.

 

Créditos:

Fonte:https://saomartinhodobispoeribeiradefrades.pt/ver_conteudo13

Foto: https://lisboasos.blogspot.com/2013/01/os-santos-nus.html?m=1

16.01.22

Almeida, Guarda @ Lendas de Portugal - Lenda de Almeida

Miluem

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Lenda de Almeida

 

Existem várias versões para origem do nome Almeida.

Mas o que todos concordam é que o nome é de origem árabe.

Uns referem que vem do árabe Al Mêda e que significa a mesa, pelo facto da povoação se encontrar situada num vasto planalto, no planalto das mesas.

Há também quem afirme que vem do árabe Atmeidan que significa campo ou lugar de corrida de cavalos.

Frei Bernardo de Brito, natural de Almeida e cronista-mor do reino, afirma derivar, Almeida, da configuração do terreno em que a Vila se encontra edificada e cujo nome original é Talmeyda.

A lenda diz que a sua origem vem de uma mesa cravejada de pedras preciosas que em tempos existiu naquele lugar.

De tantas versões o que parece correto é que o termo Almeida tem a sua origem árabe, dado que o prefixo al é dessa proveniência.

 

Créditos:

Fonte:

https://www.cm-almeida.pt/conhecer-almeida/historia-de-almeida/

Foto: https://www.cm-almeida.pt/

15.01.22

««Tradições »» Pastéis de Vouzela

Vouzela, Viseu

Miluem

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Pastéis de Vouzela

 

Ingredientes

Massa:

Meio litro de água

1 kg de farinha 

Ovos-moles:

500 g de açúcar

12 gemas de ovos

Preparação

 

Massa:

Meio litro água para 1 kg farinha. Misturam‑se estes 2 ingredientes e deixa‑se repousar a massa.

 

Ovos-moles:

Conta‑se 500 g de açúcar para cada dúzia de gemas de ovos. 

Leva‑se ao lume o açúcar e um pouco de água até atingir o ponto de espadana. Quando tiver atingi do o ponto, vão‑se deitando as gemas uma a uma, mexendo rapidamente sempre na

mesma direção, até atingir a consistência própria.

 

Montagem:

Sobre o mármore, estende‑se uma toalha de algodão fina e estica‑se muito bem. 

Sobre esta deita‑se a massa que se irá estender até ficar da espessura de uma folha de papel fino. 

A preparação deste folhado finíssimo, esta ladiço e leve faz certamente a diferença, que os torna inimitáveis.

Cortam‑se pedaços retangulares de

aproximadamente 15 x 10 cm. 

Num tabu leiro dispõem‑se estes pedaços, sobrepon do outras 5 folhas em cada um. 

Deita‑se uma porção de ovos -moles no centro, no sentido do comprimento, e dobra‑se a massa como travesseiros, carregando su avemente com um pauzinho em ambas as pontas para fechar corretamente.

O tabuleiro vai ao forno não muito quente até alourar nas pontas. 

Retiram‑se e, depois de frios, polvilham‑se com açú car em pó. 

 

Créditos:

Fonte:

Receitas e Sabores dos Territórios Rurais

Edição: MINHA TERRA – Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento Local

www.minhaterra.pt

Foto:

https://www.cm-vouzela.pt/visitar/saborear/docaria-tradicional/

13.01.22

Salir, Faro @ Lendas de Portugal - Lenda da Castelã Moura de Salir

Miluem

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Lenda da Castelã Moura de Salir

 

Aben-Fabilla, alcaide de Castalar, resolveu fugir quando viu o seu castelo ameaçado pelo exército de D. Afonso III. Antes da fuga, porém, enterrou todo o seu ouro, planeando vir mais tarde resgatá-lo.

Quando os cristãos tomaram o castelo encontraram-no vazio, à exceção da linda filha do alcaide. Esta explicou que tinha preferido ali permanecer, em vez de arriscar "salir" e morrer na fuga.

Entretanto, desde um monte vizinho, Aben-Fabilla viu a sua filha cativa dos cristãos. Proferiu então umas palavras misteriosas e, nesse momento, um cavaleiro cristão que interrogava a moura viu-a transformar-se numa estátua de pedra.

Em memória deste estranho fenómeno, aquela terra ficou conhecida por Salir. Ainda hoje se afirma que, em certas noites, a moura encantada aparece no castelo de Salir.

 

Créditos:

Fonte:

Como referenciar: Porto Editora – Lenda da Castelã Moura de Salir na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2021-12-11 20:12:50]. Disponível em https://www.infopedia.pt/$lenda-da-castela-moura-de-salir

Foto: https://www.cm-loule.pt/pt/151/castelo-de-salir.aspx

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