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As coisas que eu gosto! E as outras...

Este é o meu espaço, nele partilho as minhas fotos amadoras, as coisas que aprendi e vou aprendendo.

As coisas que eu gosto! E as outras...

Este é o meu espaço, nele partilho as minhas fotos amadoras, as coisas que aprendi e vou aprendendo.

17
Nov19

Maceira, Leiria @ Lendas de Portugal - Lenda de Nossa Senhora da Maceira

Miluem

maceira

 

Lenda de Nossa Senhora da Maceira

 

De tempos recuados terá nascido a ‘Lenda de Nossa Senhora da Maceira’, romance em quadras simples e belas, impregnado de mística religiosa e de maravilhoso popular, muito comuns no Cancioneiro Popular Português.

 

Note-se a temática muito ao gosto do Povo, com personagens que encontramos repetidamente na história religiosa popular:

 

Nossa Senhora, crianças pastoras e elementos da Natureza.

 

Ao subir daquele ribeiro
que descai na Fonte Fria
uma pastora mocinha
com seu pai, além, vivia.


O rebanho ia pastar
mal o dia se rompia;
e à hora do sol-posto
o seu gado recolhia.


Ao voltar ela para casa
à tardinha desse dia,
no regaço do avental
maçãs frescas escondia.


Nem maçãs, nem outra fruta
nesse tempo ali havia:
era tudo mata agreste
ao redor donde vivia.


- «Que maçãs são essas, filha,
que ninguém ora as teria?»
-«A Senhora é que m’ as deu,
e outras mais, se eu as queria…


Ela vem todas as tardes
mesmo ao pé da Fonte Fria:
fala e reza ali comigo,
é a minha companhia».


- «Minha filha, um tal milagre
Nem por sombra acontecia!
Não será obra do demo
que a tua alma turbaria?»


Estava o pai embaraçado
com aquilo qu’ ele ouvia;
e ali mesmo fez sentido
de ir lá ver o que seria.


Foi-se pôr, zeloso que era,
à sucapa, de vigia;
e, daquilo que observou,
viu que a filha não mentia.


Viu a imagem da Senhora,
que de branco se vestia,
a estender a mão p’rà filha
com maçãs que l’ oferecia.


Via o pai a santa imagem,
mas ouvi-la, nã n’ ouvia;
ora a filha, inocentinha,
a Senhora em carne via.


- «Venham ver este milagre,
venham todos à porfia;
apareceu além na Fonte
a Senhora Santa Maria!


‘Stendeu a mão à ‘nha filha,
maçãs traz, maçãs confia:
é a Senhora da Maceira
que nos pede primazia!»


Ajuntou-se então o povo
e no alto um nicho erguia;
foi buscar a santa imagem
e, lá dentro, a metia.


Mas a Senhora, saudosa,
para a Fonte se fugia,
a falar à pastorinha
e a fazer-le companhia.


Já tornavam a buscá-la,
assubindo a rampa esguia,
já tornava Ela para a Fonte
e lá estava ao outro dia.


Torna o Povo a juntar-se,
tendo à frente a fidalguia;
e alevanta-l’ uma ermida
onde o nicho então havia.


Em luzida procissão
lá vão pôr a imagem pia:
a Senhora, ao ver tal fé,
quis a nova moradia.


Como prova do milagre
lá ficou a Fonte Fria;
e a Senhora da Maceira
deu o nome à freguesia!

 

Fonte: http://freguesiademaceira.pt

 

17
Nov19

Por acaso conhece a Leirosa e a sua praia e gentes?

Miluem

 

Quando se fala em Leirosa muitos associam o nome ao cheiro pouco agradável, que chega à EN109.

 

 

A Leirosa fica antes da Praia da Costa de Lavos e da Gala em direcção à Figueira da Foz.

 

 

O cheiro é provocado pelo fumo que sai permanentemente das chaminés de uma fábrica de papel.

 

 

A fábrica trouxe trabalho para as gentes da Leirosa e arredores, mas mudou para sempre uma terra de pescadores, onde se continua a pescar da forma tradicional, a Arte Xávega.

 

 

De Verão é uma praia muito frequentada, tem um areal a perder de vista, mas eu gosto mais de fazer visitas quando há pouca gente.

 

 

A Leirosa (à semelhança da Praia da Vieira de Leiria, do Pedrogão, da Figueira da Foz e de outras pela Costa fora) foram a zona de entrada do Furacão Leslie a 13 de Outubro de 2018, as zonas do Pinhal do Rei e de pinhal quase até à Leirosa já tinham sido devastadas em outubro de 2017 por um incêndio monstruoso.

 

Vê-se que a destruição foi imensa, ainda há casas para reconstruir na frente de praia.

 

 

No dia em que lá fui, um grupo de jovens voluntários tinha andado a plantar novas árvores dentro da localidade.

 

 

Falei com uma senhora que me disse: (Texto de memória)

 

- A minha Terra era linda e alegre. A fábrica não era nem metade do que está agora. (da praia perto da Igreja vê-se a fabrica ao longe)


Quando veio o furacão pensei que morríamos todos, nunca vi nada assim na minha vida, nem as pessoas antigas tinham visto, todos pensámos ser o fim do mundo.

 

Se o mar não estivesse mais calmo do que está hoje, tínhamos morrido todos.

 

Ficou tudo destruído, o parque de merendas, tudo...

 

 

16
Nov19

Lenda do Cavaleiro de Negro @ Lendas de Portugal

Miluem

Retrato do Rei D. Sebastião - Pintor: Cristóvão de Morais - Museu Nacional de Arte Antiga

Fonte: Wikipédia

 

Lenda do Cavaleiro de Negro

 


D. Sebastião, rei de Portugal, desejoso por combater em África, procurou apoio junto do seu tio, D. Filipe II de Espanha. Nesse sentido, escolheu D. Pedro de Alcáçova como seu embaixador para tal missão.

 

Sentindo-se honrado com a preferência, D. Pedro aproveitou a ocasião para falar ao rei sobre um facto insólito: havia já alguns dias que um jovem cavaleiro, vestido de negro e com uma expressão sofredora, rondava o palácio, pedindo uma audiência com o rei. Sem quaisquer credenciais, o jovem cavaleiro de negro tinha como único traço identificador uma miniatura do escudo do próprio rei.

 

Curioso, D. Sebastião ordenou que o trouxessem à sua presença, perguntou-lhe a idade e a razão da sua vinda.

 

O cavaleiro de negro dizia ter 18 anos, ser órfão e ter sido criado por uma serva que o levou para Fez, de onde tinha saído há cinco anos para ir viver nas Beiras. Mas a razão que o levava à presença do rei era que, tendo aprendido com a serva, em terras árabes, a ler o futuro, tinha previsto maus presságios para D. Sebastião, se este teimasse em prosseguir os seus desejos de combater no Norte de África: desapareceria como fumo e o seu povo chorá-lo-ia por muitos anos.

 

O cavaleiro, que tinha como único desejo salvar o rei, resolveu então revelar-lhe a sua verdadeira identidade: o seu traje masculino escondia um corpo de mulher. Irritado, D. Sebastião mandou-a embora dizendo-lhe que nunca mais a queria ver. A jovem respondeu-lhe que o rei ainda a iria ver muitas vezes e que aquelas visões não eram mensagens de amor, mas presságios de morte. Adiantou-lhe ainda que, em breve, cairiam sobre a cidade de Lisboa três agouros de morte.

 

Algum tempo depois, um violento incêndio deflagrou na Rua do Príncipe fazendo inúmeras vítimas, em seguida fortes chuvas inundaram o centro da cidade, e, por fim, a peste abateu-se sobre os lisboetas. Mas nem mesmo esses acontecimentos demoveram D. Sebastião, que avançou para Alcácer Quibir.

 

Estava o rei no acampamento militar, juntamente com os seus fidalgos, quando avistou um cavaleiro negro montado num cavalo branco cujas patas se tinham embaraçado nas cordas que sustentavam a tenda do rei, mas que, logo que se libertou, desapareceu no horizonte. D. Sebastião nem quis ouvir os fidalgos, que o avisavam de que se tratava de mais um presságio, nem aceitou modificar os planos de batalha e avançou para o seu destino fatal.

 

Em plena batalha, estavam os Portugueses a sofrer muitas baixas, prevendo-se uma pesada derrota, quando apareceu o cavaleiro de negro no meio dos soldados. Conta a lenda que D. Sebastião, alucinado, seguiu o cavaleiro, desaparecendo para sempre.

 

Conhecido pelo cognome o Desejado, D. Sebastião, simbolicamente, é ainda hoje esperado pelo povo português, que crê que este regressará numa manhã de nevoeiro.

 

Como referenciar: Lenda do Cavaleiro de Negro in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2019. [consult. 2019-11-06 11:18:07]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$lenda-do-cavaleiro-de-negro

 

15
Nov19

Leiria - Condicionalismos de Trânsito no “IC2 (EN1) - Requalificação entre Leiria (KM 126+536) e Boa Vista Norte (KM 131+000)”

Miluem

Imagens do pdf anexo ao e-mail que editei porque continha o nome da construtora

 

Assunto: Condicionalismos de trânsito - IC2 (EN1) - Requalificação entre Leiria (KM 126+536) e Boa Vista Norte (KM 131+000)

 

INFORMAÇÃO

CONDICIONALISMOS DE TRÂNSITO

 


No âmbito da empreitada “IC2 (EN1) - Requalificação entre Leiria (KM 126+536) e Boa Vista Norte (KM 131+000)”, informa-se V. Exª que a rua nossa Senhora das Dores, será utilizada como itinerário alternativo, para garantir o desvio do trânsito proveniente do IC2, sentido SUL-NORTE, como representado em anexo.

 

Será também condicionado o acesso do trânsito proveniente da estrada das Moitas Altas e Rua da Granja, Pinheiros, bem como do trânsito proveniente da rua Nossa Senhora das Dores no acesso ao cruzamento Sul da Boa Vista, que pretenda aceder ao IC2 no sentido Sul-Norte, obrigando a proceder ao desvio para o Nó da COL, onde poderá proceder à inversão do sentido de marcha.

 

As alterações supra descritas terão uma duração de trinta dias, com data de início a 18/11, no período compreendido entre as 10:00 de 2ª feira até às 16:00 de 6ª feira, em cada uma das quatro semanas de intervenção previstas, sendo restabelecida a normal circulação rodoviária no IC2 a partir das 16h00 de 6ª feira até às 10h00 de 2ª feira.

 


O Chefe da Divisão de Mobilidade e Trânsito

 

 

Nota: A informação já está também no site do Município de Leiria, mas para quem não conhece é difícil só com o nome das ruas. Eu por exemplo, tirando Boa Vista e IC2, não faço a mínima ideia de onde fica o resto.

 

https://www.cm-leiria.pt/pages/617?news_id=3843

 

15
Nov19

desafio de escrita dos pássaros #10 - Já chegamos? Já chegamos?

Miluem

Foto: Pixabay

 

Como bons portugueses que somos, vamos ao um casamento de família nem que seja onde judas perdeu as botas, vamos nós e metade da casa, não vá o diabo tecê-las!

 

Para os casamentos deste ano resolvemos alugar uma carrinha de 9 lugares (temos ido em dois carros mas passamos o tempo à procura uns dos outros, assim ao menos perdemos-nos todos juntos).

 

Quando começaram a chegar as malas para carregar é que o pessoal se apercebeu do sentido da lógica na matemática, se numa carrinha do tamanho das outras, há mais lugares para passageiros, significa que há menos lugar para a tralha!


Felizmente o tio Arménio homem com prática em viagens, tem um “malão” daqueles de por em cima dos carros.

 

A tia Luísa tratou da organização, a “bucha”, a mala térmica e o garrafão na 2.ª fila por baixo o “ovo” do Ruizinho, o resto tudo para dentro do “malão”. O Lucas e a Amélia na fila de trás com a Miluem o Ruca e a Fifi, a Avó Maria à frente com os tios Arménio e Jordão, ao lado do Ruizinho ela e a tia Marisa.

 

Parecíamos uma lata de atum daquelas especiais com sabores, tal a mixórdia dentro e fora da carrinha.

 

O Ruizinho, tem ido muito sossegado a dormir, mas inicia um concerto de 10 minutos que Ruca e Fifi acompanham com entusiasmo fazendo os coros!

 

Ainda não chegámos, mas tivemos que parar, barulho e pivete, não dá! O pobre do Ruizinho estava com a fralda demasiado almofadada, daí a reclamação.

 

O GPS diz: “chegou ao seu destino”

 

O tio Jordão olha e diz:   JÁ CHEGÁMOS?!    JÁ CHEGÁMOS?!

 

Ó Arménio, vê lá se esta m###d@ está bem!!!!

 

A Avó Maria dispara, isto é um pardieiro seu burro! Ai o meu António, vosso pai, que Deus o tenha no eterno descanso, é que era um homem a sério!!!!

 

Tínhamos mesmo chegado ….

 

O tio Jordão, que tinha arrendado uma vivenda rural modesta por 3 dias, estava estarrecido a olhar para as fotos que tinha na mão enquanto telefonava e as chamadas iam de imediato para o atendedor automático…

 

Tinha feito o pagamento todo antecipado e o que tinha à frente era mesmo um pardieiro…

 

Já tinha ouvido falar neste tipo de burlas, mas nunca tinha pensado, que pudesse ser vítima de uma...

 

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Para esta semana, o tema é:

Já chegamos? Já chegamos?

14
Nov19

Valongo @ Lendas de Portugal - Lenda de Valongo e Susão

Miluem

Foto: https://radioregional.pt

 

 

Lenda de Valongo e Susão

 


Os nomes de Valongo e Susão têm origem nesta lenda que remonta à época em que alguns cristãos perseguidos no Oriente se refugiaram em Cale, foz do rio Douro.

 

Entre eles estava o rico negociante judeu Samuel, recém-convertido ao Cristianismo, e a sua filha Susana. Pensavam os fugitivos estarem já livres de perseguições quando foram obrigados a defender-se dos árabes que dominavam a região.

 

Com astúcia, prepararam uma armadilha e capturaram o jovem Domus de cujo resgate esperavam obter a paz. Enquanto decorriam as negociações, Domus e Susana apaixonaram-se e o mouro pediu para ser batizado e casar com a jovem.

 

No entanto, o acordo com os muçulmanos foi impossível e decidiram fugir todos, deixando Portucale (Porto) em direção ao Oriente. Chegados ao topo da Serra de Santa Justa, depararam com uma paisagem lindíssima de um extenso vale.

 

Desceram e decidiram ficar lá para sempre, edificando as primeiras casas de uma povoação que se veio a chamar Susão, em memória da bela Susana.

 

O vale longo que Susana tinha achado belo ficou conhecido como Valongo.

 

 

Como referenciar: Lenda de Valongo e Susão in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2019. [consult. 2019-11-06 11:21:38]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$lenda-de-valongo-e-susao

 

13
Nov19

Lenda das Obras de Santa Engrácia @ Lendas de Portugal

Miluem

Imagem: https://observador.pt

 

 

Lenda das Obras de Santa Engrácia

 

 

 

Diz a lenda que Simão Pires, um cristão-novo, cavalgava todos os dias até ao convento de Santa Clara para se encontrar às escondidas com Violante.


A jovem tinha sido feita noviça à força, porque o seu pai não estava de acordo com o amor de ambos.

 

Um dia, Simão pediu à sua amada para fugir com ele.

 

Na data combinada, no entanto, foi acordado pelos homens do rei, que o vinham prender acusando-o do roubo das relíquias da igreja de Santa Engrácia, situada muito perto do convento.


Para não comprometer Violante, Simão não quis revelar a razão porque havia sido visto no local.

 

Apesar de invocar repetidamente a sua inocência, Simão foi preso e condenado à morte na fogueira.

 

A cerimónia da execução teve lugar junto da nova igreja de Santa Engrácia, cujas obras já haviam começado.

 

Quando as labaredas envolveram o corpo de Simão, este gritou que era tão certo morrer inocente como aquelas obras nunca mais acabarem.

 

Certo é que as obras da igreja iniciadas à época da execução de Simão pareciam nunca mais terminar.

 

De tal forma, que o povo se habituou a comparar tudo aquilo que parece não ter fim às obras de Santa Engrácia.

 

 

Como referenciar: Lenda das Obras de Santa Engrácia in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2019. [consult. 2019-11-04 21:36:55]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$lenda-das-obras-de-santa-engracia

 

13
Nov19

Ludoteca

Miluem

Este é o espaço da Ludoteca do Jardim da Almuínha Grande em Leiria.

 

Este Jardim/Parque Público foi inaugurado este ano e situa-se na margem esquerda do Rio Lis. (na do lado direito está o estádio de futebol)

 

 

As esculturas dos corvos (um dos símbolos da cidade) são todas iguais.

 

A pintura, decoração, design, etc, foi feita por alunos de escolas e estão devidamente identificados na sua obra.

 

 

Programa da Ludoteca para o mês de Novembro:

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No panfleto estão os contactos para as incrições.

 

12
Nov19

Alenquer @ Lendas de Portugal - Alão quer - conquista de Alenquer aos mouros

Miluem

 

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Lendas Segundo Guilherme João Carlos Henriques


Alão quer - conquista de Alenquer aos mouros

    

Conta a tradição que na manhã do dia em que teve logar o combate final, indo o rei christão com seu sequito banhar-se no rio e fazer suas correrias, notaram que um cão grande e pardo que vigiava as muralhas e que se chamava «Alão», calou-se e lhes fez muitas festas.

 

El rei tomando isso por bom presagio mandou começar o ataque dizendo «Alão quer», palavras que serviram de futuro appellido á villa.

 

A batalha foi sanguinolenta e renhida e os cavalleiros christãos fizeram prodigios de valor.

 

Especialmente no postigo proximo aonde estava a egreja de S. Thiago a lucta foi renhidissima, mas os portuguezes inspirados pela fé que S. Thiago em pessoa pelejava na sua frente, venceram todos os obstaculos e tomaram a praça.


    
Há uma segunda tradição que diz que o cão «Alão» era encarregado de levar as chaves na boca todas as noites pela muralha fora até à casa do governador e os christãos aproveitando os instinctos do animal prenderam uma cadella debaixo de uma oliveira à vista do cão que subjugado por sentimentos amorosos galgou os muros, entregando assim as chaves aos portuguezes.

 

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Se estas tradições tem fundamento não sabemos, mas são muito antigas e é certo que as armas da villa são um cão pardo preso a uma oliveira o que parece confirmar a tradição.

 

http://www.cm-alenquer.pt/CustomPages/ShowPage.aspx?pageid=c9aa5396-4e0f-4401-b5f4-f4648c57298c

Nota:

Os brasões de Alenquer que encontrei são de um cão à frente de um castelo com a parte central do brasão guarnecida de rosas.